terça-feira, 3 de maio de 2011

Trabalho sobre treinamento esportivo e suas lesões

Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Álvares de Azevedo”
3º “A”
  Lesões por excesso de treinamento
Treinamentos Desportivos
Palestra
 Nome:
Daniela Souza da Paz     Nº06
Rafaela Silva Alexandre     Nº19
Yllen Stocco   Nº26
   “Trabalho exigido pelo professor Claudionor da disciplina de Educação Física na turma do 3º”A” com objetivo de obter conhecimento.
 
Vilhena- Ro 15/04/2011

Índice
Pág
1.0    Introdução _________________________________________________ 04
2.0    Lesões por excesso de treinamento________________________________05
Incidência de lesões de joelho e tornozelo em equipes femininas de voleibol, que disputaram o campeonato Paulista
2.1Lesões por sobrecargas__________________________________________06
2.2 As lesões mais frequentes no remo_________________________________08
2.3 Prevalência de lesões musculoesqueléticas em atletas amadores do triatlo federados no estado do Rio Grande do Sul, Brasil__________________________________________________________08
2.4 Atletas de provas combinadas sofrem mais lesões_____________________ 09
2.5 contusão pode tirar Rodrigão de Pequim_____________________________09
2.6  contusão no joelho pode tirar Leandrinho do Pré- Olímpico______________ 11
3.0 Atletas e suas modalidades_______________________________________11
3.1Vanderlei cordeiro de lima_________________________________________11
3.2 Gilberto Amauri Godoy Filho_____________________________________  12
3.3 Daiane Garcia dos Santos________________________________________ 12
3.4 César Cielo __________________________________________________ 12
3.5  Oscar Schmidt_______________________________________________  13
4.0 Conclusão__________________________________________________  14
5.0 Bibliografia___________________________________________________15

 
Introdução
 
      Através deste trabalho queremos lhe apresentar um pouco sobre lesões em atletas em decorrência do excesso de treinamento,apresentação de diferentes somatotipos em diferentes modalidades.O nosso objetivo principal é esclarecer suas duvidas sobre treinamento esportivo/ desportivo; lhe apresentando algumas lesões que ocorre em algumas modalidades, quais os acompanhamentos que um atleta tem que ter, em seus treinos; entre outras informações.
Portanto ao longo deste trabalho você poderá esclarecer suas duvidas.


Lesões Por Excesso de Treinamentos

Incidência de lesões de joelho e tornozelo em equipes 
femininas de voleibol, que disputaram o Campeonato Paulista

           O voleibol tornou-se um esporte altamente competitivo, sendo necessário um aumento considerável de treinamentos. Em conseqüência deste fator aumentaram-se o número de lesões nos atletas. Realizamos uma avaliação com 66 atletas que disputavam o Campeonato Paulista Adulto, no ano de 2005, com idades entre 16 e 32 anos. O objetivo foi o de verificar a ocorrência de lesões que as mesmas já sofreram nos últimos três anos e quantificá-las. A maioria das lesões relacionadas foram as de tornozelo e joelho, sendo relacionadas ao tempo de prática e ao excesso de treinamento, pelo fato da modalidade exigir força e explosão durante os saltos, ocasionando lesões por estresse, torções com ruptura de ligamentos ou inflamações.
          Unitermos: Treinamento. Lesões. Voleibol
Cada vez mais atletas são impedidos de exercer a prática, seja por um curto espaço de tempo ou até são forçados a abandonar o esporte, por causa das lesões que o treinamento impõe, estas lesões são oriundas de uma intensa sobrecarga imposta pelo treinamento sobre as articulações do joelho, tornozelo e cúbito, além de inflamações de tendão, distensões e contraturas musculares.
    Atualmente o voleibol moderno tem exigido muito de seus atletas, o voleibol tornou-se um jogo de muitos saltos, tanto no bloqueio quanto do ataque, no masculino predomina a força dos ataques, enquanto no feminino a defesa se destaca.
    Por exigir uma grande condição física, os treinamentos são mais intensos, provocando uma sobrecarga sobre os seus praticantes, causando um stress muscular muito grande, e o resultado disso são as lesões, seja por desgaste seja por (excesso de treinamento).
    No joelho, de acordo com o estudo, dois terços das lesões são crônicas, como a tendinite. Já as agudas, de solução mais simples, representam o restante, (Folha de São Paulo, 17/03/2000).
    Os atacantes são os que possuem maior incidência de contusão no ombro. Correspondem a 70% do total dos atletas com lesão nessa região do corpo segundo o estudo da USP. O principal motivo para isso ocorrer e o repetitivo movimento de cortar a bola, que exige muito do ombro, (Folha de São Paulo, 17/03/2000).
    Os jogadores que atuam na posição de meio-de-rede sofrem mais da coluna. Dos atletas pesquisados com problema lombar, 80% são dessa posição. Uma das causas da lesão é o impacto do número excessivo de saltos que eles precisam dar nos jogos para defender bolas, (Folha de São Paulo, 17/03/2000).
    Segundo RETTING (1999), as lesões nas extremidades superiores são comuns em muitas atividades esportivas.
    Cada modalidade impõe um tipo quase que especifico de lesão, por exemplo, lesões de tornozelo e joelho são freqüentes no basquetebol e voleibol que também apresentam grande incidência de lesão no ombro, as lesões de cúbito são mais freqüentes em tenistas, de ombro em nadadores, já no futebol, dependendo da época encontramos contratura e distensões, e com muita freqüência torções no joelho e tornozelo. A maioria das lesões são causadas por técnicas ou mecânica defeituosas e/ou inadequadas, devendo ser feita uma averiguação da biomecânica dos movimentos do atleta lesionado, para identificar falhas que possam estar contribuindo, ou ter contribuído, para a ocorrência da lesão.
    Um estudo realizado pela USP (Universidade de São Paulo) revela que 85% de 60 jogadores de vôlei que passaram pela equipe masculina do Banespa têm ou tiveram algum tipo de lesão no joelho nos últimos cinco anos (Folha de São Paulo, 17/03/2000).
    O motivo, de acordo com a pesquisa, é que os atletas estão cada vez mais suscetíveis a contusões, com a evolução do jogo, que exige mais força e explosão do que há 15 anos. (Folha de São Paulo, 17/03/2000)
    Este estresse muscular gerado durante o treinamento, mais o esforço realizado durante as partidas, onde as ações são menos controladas que durante o treinamento, leva a uma grande incidência de lesões, seja ela de ombro, tornozelo ou joelho, que foi a lesão priorizada neste trabalho.
    Os atletas de nível médio e de alto nível competitivo apresentam uma ampla variedade de lesões nos tecidos conectivos, nos ossos, ligamentos, tendões e nervos de suas extremidades superiores. A maioria destas lesões está relacionada a traumas diretos ou por repetidos estresses, contabilizando uma significativa parte do tempo das “paradas temporárias” dos atletas, principalmente naqueles que utilizam os braços em arremessos, lançamentos, movimentos oscilantes, rápidos e agarres (RETTING, 1999). As mais comuns são lesões de ombro, cúbito, tornozelo e de joelho, ruptura de tendões, principalmente no tornozelo e no joelho, no joelho os ligamentos são os que mais têm incidência.
    Podemos encontrar ainda as lesões por desgaste, principalmente em atletas com mais tempo de prática desportiva (HULLERMANN, 1978).
    Segundo, PETERSON & RENSTRON (1995), 50% das lesões nos atletas acontecem por má elaboração na prescrição do treinamento (ACHOUR JÚNIOR, 1997). A prescrição inadequada das sessões vem reduzindo a longevidade competitiva dos desportistas (FILIN & VOLKOV, 1998). O procedimento denominado “saltos” das cargas, é comum nos desportos da atualidade, ocasionando uma redução na carreira atlética do competidor porque o organismo não tem mais reservas de adaptação para assimilar as novas cargas de treino e os resultados nas competições pioram ou estabilizam, resultando no sucesso desportivo por 1 a 2 anos com essa maneira de prescrever o treino (ZAKHAROV, 1992). NOGUEIRA (2002) informa que o treino exagerado prejudica à saúde dos atletas, física e emocionalmente, predispondo estes desportistas às lesões.

Lesões por sobrecargas
    Denomina-se "fratura por estresse" todas as fraturas ósseas ocorridas em conseqüência de uma sobrecarga de exercícios repetitivos, com a mesma intensidade, no mesmo local, promovendo um desgaste ósseo.
    Nos atletas profissionais, as fraturas por estresse provêm do excesso de treinamento (sem descanso adequado) as seções de exercícios repetitivos feitos centenas de vezes para aprimorar uma técnica, aumentar a força muscular, etc. As seções de treinamento acabam por forçar um determinado grupo muscular que por sua vez vai solicitar uma sobrecarga maior em uma articulação, levando a microfratura.
    Pelo fato de muitos jogadores de alto nível viver diariamente com a pressão do campeonato, há um aumento considerável da carga e do volume de treino. Com isso há um aumento no número de lesões por repetições de movimentos e também de fraturas por fadiga.
    O joelho é uma das articulações mais comprometidas, pois como os saltos são fundamentais para o esporte, as lesões por repetição do aparelho extensor são as mais comuns.
    As lesões ligamentares ocorrem freqüentemente em atletas do sexo feminino, as mais comuns são as lesões ligamentares, as tendinites e as lesões meniscais. Isso se deve aos saltos e ao fato das jogadoras terem estatura elevada, com momentos de força e braço de alavancas muito grandes.
    O abuso de treinos de exercícios pliométricos e de musculação para aumentarem o rendimento muscular das atletas aumenta a incidência desses tipos de lesões.
    As lesões ligamentares e as entorses de tornozelo são freqüentes, apesar do uso de tornozeleiras e de treinos de propriocepção. Eles ocorrem com freqüência nas ações junto à rede, seja por invasão do adversário ou pela aterrizagem em pé do companheiro da equipe.
Foram feitas avaliações com algumas equipes: equipe de Americana apresentou um índice de 30,7% de lesões no joelho; 46,3% de lesões no tornozelo e 23% de outras lesões. A equipe de Araçatuba apresentou 57,3% de lesões no joelho; 28,5% de lesões no tornozelo e 14,2% de outras lesões. Para a equipe de Araraquara apresentou 14,2% de lesões no joelho; 71,6% de lesões no tornozelo e 14,2% de outras lesões. Jundiaí apresentou 28,5% de lesões no joelho; 71,5% de lesões no tornozelo e nenhum outro tipo de lesão. A equipe de Piracicaba apresentou 83,3% de lesões no tornozelo; 16,6% de outras lesões e nenhum tipo de lesão no joelho. A equipe de São José do Rio Preto apresentou 44,4% de lesões no joelho; 11,2% de lesões no tornozelo e 44,4% de outras lesões. São Carlos apresentou 54,5% de lesão no joelho; 27,2% de lesão no tornozelo e 18,3% de outras lesões e a equipe de Taboão da Serra apresentaram 37,5% de lesão no joelho; 50% de lesão no tornozelo e 12,5% de outras lesões.
    A equipe de Araçatuba apresentou o maior índice de lesões no joelho com 57,3%, enquanto a equipe de Piracicaba teve o menor índice sem nenhuma lesão.
    Para lesões na articulação do tornozelo a equipe de Piracicaba teve o maior índice, apresentando 83,3% de lesão e a equipe de Rio Preto o menor índice com 11,2%.
    A equipe de Rio Preto teve o maior índice de outras lesões com 44,4% e a equipe de Jundiaí o menor índice sem nenhuma lesão. Já a equipe de Taboão da Serra apresentou o menor índice da somatória de todas as lesões.

AS LESÕES MAIS FREQUENTES NO REMO
Organizado e Revisado por Arno Black, M.S. & Wilson Reeberg
Em todos os esportes ocorrem lesões. Elas são aceitas como inevitáveis, conseqüência da prática esportiva intensa.
Entretanto, a maioria delas possivelmente será evitada, se o atleta procurar auxílio no momento em que perceber que algo não vai bem, em vez de esperar que os sintomas se agravem a tal ponto que a continuação do treinamento se torne impossível.
No Remo, um grande número de lesões ocorre enquanto o atleta se prepara fisicamente para remar, e não por causa da prática em si. Melhor dizendo, elas são causadas por excesso de treinamento ou por uma técnica errônea.
Uma lesão por excesso de treinamento é devida à repetição estereotipada de um movimento padrão, que compromete os tecidos. Este tipo de problema ocorre com freqüência em momentos - chave da carreira do atleta, geralmente na preparação para uma competição importante, ou após retornar de férias ou períodos de doença, quando ele julga que precisa fazer treinos extras para recuperar o nível de desempenho anterior.
Lesões por excesso de treino incluem tenossinovite, fratura das costelas por stress e distensão ou luxação das articulações das costelas.
Uma técnica errônea é fácil de adquirir, porém difícil de corrigir. Às vezes, a técnica errônea é conseqüência de uma anormalidade física menor, a qual é aumentada por força dos movimentos necessários para remar.
Não é raro ver pessoas com diferença no comprimento das pernas, as quais vivem sem maiores problemas, exceto quando decidem praticar esportes. No Remo, isso resulta em um torque na pélvis e na parte inferior da coluna vertebral, provocando uma série de problemas na parte inferior das costas, como luxação ou distensão da articulação sacro-ilíaca, lesões nos discos intervertebrais e travamento de facetas das articulações espinhais.


Prevalência de lesões musculoesqueléticas em atletas
amadores de triatlo federados no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil

O triatlo diferencia-se de outras modalidades esportivas por ser uma modalidade múltipla, constituída por provas de natação, ciclismo e corrida, nas quais exige-se do atleta uma preparação diferenciada, tanto física como psicológica, submetendo-o a treinamentos exaustivos e extenuantes, tornando-o, assim, vulnerável a lesões. O objetivo deste estudo foi verificar a prevalência de lesões musculoesqueléticas em atletas amadores de triatlo federados no estado do Rio Grande do Sul. Utilizou-se um questionário do tipo Inquérito de Morbidade Referida (IMR) adaptado para a obtenção dos dados referentes às lesões desportivas. Foram entrevistados 73 atletas (59 do sexo masculino e 14 do sexo feminino). Houve uma elevada prevalência de lesões musculoesqueléticas dentre os atletas (130 ocorrências). Foram relatadas 82 lesões musculoesqueléticas decorrentes da corrida, sendo o joelho a região anatômica mais acometida (23 ocorrências). Na fase do ciclismo foram mencionadas 16 lesões musculoesqueléticas e, em relação ao local de maior freqüência de acometimento, as queixas foram referentes à região do joelho (5). Na natação houve relato de 21 lesões musculoesqueléticas, predominantemente na região do ombro (13). Houve maior prevalência de lesões na fase de treinamento (108), contra somente 22 ocorrências na fase de competições. Concluiu-se que faz-se necessário traçar estratégias para que se possa prevenir a ocorrência de lesões decorrentes das modalidades praticadas no triatlo.
          Unitermos: Lesões musculoesqueléticas. Atletas amadores. Triatlo. Natação. Ciclismo. Corrida.


Tipo de lesão
1 – distensão muscular
2 – contratura muscular
3 – tendinopatia
4 – entorse
5 – mialgia
6 – periostite
7 – sinovite
8 – fratura
9 – bursite
10 – dor aguda inespecífica
11 – dor crônica inespecífica
12 – outra (especificar)


Atletas de provas combinadas sofrem mais lesões

 O estudo foi feito com 86 atletas brasileiros de alta performance, sendo 47 homens e 39 mulheres, de múltiplas provas do atletismo, participantes de campeonatos nacionais e internacionais, promovidos pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e pela International Amateur Athletics Federation (IAAF) entre 2003 e 2004. De acordo com artigo publicado na edição de janeiro/fevereiro de 2005 da Revista Brasileira de Medicina do Esporte, "as ocorrências das lesões desportivas, possivelmente, são resultado de exercícios realizados de maneira extenuante e, ainda, inadvertida ou inapropriadamente". Todos os participantes foram submetidos a um Inquérito de Morbidade Referida.
Na pesquisa, a equipe observou que as taxas de lesões mais elevadas foram observadas entre os especialistas em provas combinadas, seguidos dos velocistas, fundistas e saltadores. As atividades com elevada intensidade são as principais responsáveis pela instalação de lesões. Para os especialistas em provas combinadas, por exemplo, as repetições excessivas são consideradas as principais causadoras de lesões, enquanto que para os arremessadores o principal problema está na realização de trabalhos de força.

 Contusão pode tirar Rodrigão de Pequim
Uma contusão no joelho esquerdo pode tirar o meio-de-rede Rodrigão das Olimpíadas de Pequim. O atleta, sempre presente nas últimas convocações, se machucou durante a partida do seu time, o Macerata, contra o Modena, pelas quartas-de-final da Copa Itália, na noite da última quinta-feira. Os exames feitos na Itália indicam que o jogador corre risco de ter rompido o ligamento cruzado anterior. Caso precise de cirurgia, deverá levar de seis a oito meses para se recuperar.
Rodrigão sofreu a contusão no final do primeiro set, quando caiu acidentalmente em cima do pé de seu companheiro Swiderski. O atleta foi liberado pelo Macerata e deverá vir ao Brasil na próxima quinta-feira para ser avaliado pela comissão médica da seleção.
- Temos que esperar a avaliação completa dos médicos. Talvez ele precise de cirurgia, talvez possa conviver com o problema. Mas sabemos que é uma lesão séria. Tudo indica que ele rompeu o ligamento - explica o preparador físico da seleção brasileira, José Inácio Salles Neto.
De acordo com o preparador físico, Rodrigão está tranqüilo e espera a avaliação médica para decidir qual tratamento fará para curar a lesão.
- Falei com ele há pouco. No primeiro momento, estava muito triste. Agora, ele está mais tranqüilo, sabe que tem algumas possibilidades e quer saber com precisão o que é melhor para a sua carreira.

 Contusão no joelho pode tirar Leandrinho do Pré-Olímpico

 O basquete masculino brasileiro pode sofrer um baque para a disputa do Pré-Olímpico Mundial de Atenas de 14 a 20 de julho, última oportunidade para o Brasil voltar a uma Olimpíada após 12  anos.  O  armador Leandrinho, do Phoenix Suns, teme a gravidade de uma contusão no joelho direito.
- Já machuquei  o joelho e fiquei vinte jogos parados. Tenho certeza que deve ser a carga de jogos. Estou com um pouco de medo. Nunca passei por uma cirurgia. Não sei o que vai acontecer, o que fazer –  diz  o jogador ao Esporte Espetacular deste domingo. O problema foi detectado depois da disputa da temporada da NBA. Médicos de sua equipe, o Phoenix Suns, compararam os exames de Leandrinho  com  os de seu companheiro Amare Stoudemire, que teve um problema semelhante.
- Ele ficou parado quase uma temporada inteira. Não quero ficar esse tempo todo parado. 
O problema gerou impasse na seleção brasileira, que se apresenta no dia 8 de junho no Rio de Janeiro. Leandrinho terá que ir aos Estados Unidos dia 12 para fazer novos exames.
- Dia 12 estarei lá.  É  uma  cirurgia,  eu acho.  E  se  não  for eu estarei aqui. Ainda tenho tempo, tenho esperança. Mas não posso ficar muito esperançoso.
O técnico da seleção, o espanhol Moncho Monsalve, espera Leandrinho no dia 8.
- Se ele tem exame no dia 12, honestamente acho que ele pode ir à apresentação e depois viajar.
O jogador que não estiver neste dia comigo não poderá continuar.
Leandrinho torce para que a contusão não seja grave e que o treinador não desista dele no Pré-Olímpico.
- A questão não é que eu não quero ir pra seleção. Eu sempre gostei e vim por amor e carinho. Se eu puder, eu vou querer estar junto com o grupo. Aí depende dele. Se eu estiver 100% eu vou querer estar com o grupo.

Atletas e suas modalidades

Vanderlei Cordeiro de Lima
http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT07pCfdp9R5Jevt-CR-SYkb_k-6rOMTEbmYpmfn0s6XDQyDJ6BVanderlei Cordeiro de Lima (Cruzeiro do Oeste, 4 de julho de 1968), é um ex-maratonista brasileiro. Antes de ser atleta Vanderlei era bóia-fria.
Tornou-se uma das celebridades dos Jogos Olímpicos de Atenas em 2004 quando, após liderar a maratona até cerca do 36º quilômetro, foi atacado e derrubado por um fanático religioso irlandês, o ex-sacerdote Cornelius Horan. Ajudado por alguns espectadores da corrida, retornou a prova e ainda conseguiu garantir a medalha de bronze, sendo aplaudido de pé quando entrou no estádio Panathinaikos.
Encerrou sua carreira em 31 de Dezembro de 2008, fazendo seu tradicional aviãozinho, na Corrida de São Silvestre.
Comentario: a corrida é uma prática que envolve basicamente o bom condicionamento físico do atleta.Por isso para o Vanderlei se sai bem em maratona, pois é uma prova longa e seu fisico é de um corredor, pois se ele fosse forte já não daria certo pois não aguentaria fazer o percurso porque maratona  é uma prova que envolve grande resistência física


Gilberto Amauri Godoy Filho
 Gilberto Amauri Godoy Filho, conhecido como Giba, (Londrina, 23 de dezembro de 1976) é um jogador de voleibol brasileiro.
Giba mede 1,92 m, pesa 85 kg e joga como passador-atacante. Teve leucemia na sua infancia. Ainda criança, foi morar em Curitiba, onde iniciou sua carreira de atleta, atuando pelo Círculo Militar do Paraná.
É membro da Ordem DeMolay.
Em 2006, foi eleito o melhor jogador do mundo após o título do campeonato mundial, com a vitória sobre a Polônia por 3 sets a 0.
É casado com a também jogadora de vôlei romena Cristina Pirv, com quem tem uma filha chamada Nicoll e um filho chamado Patrick.

Comentario: Sua altura favorece sua pratica nesse esporte, pois o jogador tem que bloqueia  e sua altura conta muito nesse esporte.

Daiane dos Santos
 Daiane Garcia dos Santos (Porto Alegre, 10 de fevereiro de 1983) é uma ginasta brasileira, que compete em provas de ginástica artística.
Daiane foi a primeira ginasta brasileira, entre homens e mulheres, a conquistar uma medalha de ouro em uma edição do Campeonato Mundial. Dos Santos fez parte da primeira seleção brasileira completa a disputar uma edição olímpica – nos Jogos de Atenas -, repetindo a presença na edição seguinte, nas Olimpíadas de Pequim.
Daiane possui ainda dois movimentos nomeados após suas primeiras execuções: Dos Santos I e Dos Santos II
Comentario: O porte físico de uma atleta da ginástica é geralmente muito baixas e fortes e tem que possuir alguma habilidades como: força, energia, flexibilidade, agilidade, destreza e resistência,e a Daiane se sai muito bem em todos esses aspectos.
 
César Cielo
 César Augusto Cielo Filho (Santa Bárbara d'Oeste, 10 de janeiro de 1987) é um nadador brasileiro, campeão olímpico dos 50 metros livre nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008, onde também conquistou uma medalha de bronze nos 100 metros livre , campeão e recordista mundial dos 100 metros livres e campeão mundial dos 50 metros livres em Roma, em 2009. Ganhou três medalhas de ouro e uma medalha de prata nos Jogos Panamericanos de 2007, no Rio de Janeiro.[1]
Recordista mundial dos 50 e 100m livres em piscina olímpica, também detém os recordes brasileiro e sul-americano nos 4x100m livres e 4x100m medley em piscina olímpica, dos revezamentos 4x50m livres em piscina curta (25 metros) e longa (50 metros), e dos 4x200m livres em piscina curta. Medalha de ouro nos 50m e 100m livre do Grand Prix de Missouri/EUA 2008.
César Cielo morou, estudou e treinou na cidade de Auburn, nos Estados Unidos, na Universidade de Auburn. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.Eleito melhor atleta ibero-americano do ano de 2009 e melhor atleta da década pela revista Sport Life
Paralelo à sua carreira no esporte, Cielo também é empresário, agendador de outros atletas e administra desde dezembro de 2010 um restaurante chamado Original da Granja, localizado na cidade de em São Paulo, que lhe garante patrocínios.
Comentario: é um esporte que exige agilidade na hora de nadar, e o Cielo tem muitos fatores que o beneficia como o tamanho, braços grandes, e uma otima locomoção dentro da água.

Oscar Schmidt

 Nome: Oscar Daniel Bezerra Schmidt
Nascimento:16/02/1958,emNatal/RN
Altura:2,04m
Peso:106Kg
Sapato:48
Recorde: 74 pontos dia 27/11/1997, pelo Banco Bandeirantes/Barueri, contra o Corinthians. No campeonato brasileiro de 1998, Oscar tornou-se o primeiro jogador a marcar mais de mil pontos no torneio e foi cestinha da competição pela terceira vez seguida.
Oscar é o recordista mundial de pontuação do basquetebol com 49.703 pontos. É considerado um dos maiores jogadores de basquetebol de todos os tempos, dos que não atuaram na NBA.
Comentario: Oscar tinha seu tamanho que o favorecia pois é um esporte que precisar ser grande(às vezes não, dependendo se a pessoa for boa não precisa ser grande) , e ter boa agilidade.

Conclusão

Através deste trabalho concluimos que treinamento desportivo apresenta-se como uma atividade física de longa duração, pois o treinamento desportivo busca melhores resultados esportivos, porém deve ser levado em considerações que o desportista tem que ser acompanhado por médicos, entre outros profissionais para saber se os treinos estão adequados ou seja se não estam lhe preujudicando. O atleta também tem que possuir bom sono, rotina de vida regular, não beber, não fumar entre outros, para que contribua com seus treinos. Um supertreinamento que exige de mais do atleta tem vantagens mas também possui desvantagens como: maior perigo de lesões devido carga excessivas de treinamentos. Também que todo esporte representa um risco de lesões musculares, estresse psicológico e machucados menores. As lesões na maioria da vezes são causados por tecnicas ou mecânica defeituosa e/ ou inadequadas gerado durante o treinamento(sem descanso adequado).
O treinamento exagerado prejudica à saúde dos atletas, físicamente e emocionalmente, predispondo estes desportistas as lesões. Sabemos que todos espotes ocorrem lesões entretanto, a maioria delas podem ser evitados se o atleta procurar ajuda assim que perceber que algo não vai bem.

 Bibliografia

·         http://www.globoesporte.com
·         http://www.efdeportes.com
·         BARBANTI, Valdir José, 1948-
                                          Teoria e prática do treinamento desportivo/ Valdir José Barbanti.—                            
                                 São Paulo: Edgard Blücher: 1979.
·         BARBANTI, Valdir José.2ªedição
                       Teoria e prática do Treinamento esportivo/Valdir José Barbanti.- São Paulo: Edgard Blücher:1979
                            
 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Princípios do treinamento desportivo

O treinamento desportivo apresenta-se como uma atividade física de longa duração, graduada de forma progressiva, individualizada, atuando especificamente nas funções humanas, fisiológicas e psicológicas, com objetivos de superar tarefas mais exigentes que as habituais. É assim que Bompa (1983) define treinamento desportivo. Ele, como muitos outros autores, apresenta definições baseadas em inúmeros estudos científicos sobre o tema.

O treinamento desportivo, quando aplicado adequadamente, provoca no organismo humano, adaptações morfológicas e funcionais, elevando assim o nível de forma física do indivíduo. Para tanto, alguns princípios devem ser seguidos para que a aplicação desse treinamento seja eficaz.

Vamos tratar daqueles considerados fundamentais em qualquer processo de treinamento:

Individualidade Biológica: a aplicação de cargas de treinamento respeitando a individualidade biológica de cada indivíduo é uma regra. Encontramos atletas que recebem a mesma sobrecarga de trabalho e reagem, sofrem adaptações, completamente diferentes. Neste caso, até as recuperações são diferentes. Para atletas jovens, é importante considerar as fases de crescimento e desenvolvimento em que se encontram. Para todos, o estilo de vida também conta;

Sobrecarga: o primeiro passo para acertarmos na determinação da sobrecarga são os testes de avaliação. Eles nos indicam em que patamar de forma o atleta se encontra e como poderemos estabelecer o volume e a intensidade da sobrecarga aplicada. Conforme os objetivos do atleta e seu nível de forma, devemos programar as cargas quanto aos aspectos de qualidade (intensidade) e quantidade (volume) de forma gradual e crescente;

Densidade: em todo treinamento existem dois parâmetros - a carga ou estímulo e a pausa ou recuperação. Como já mencionado, a carga produz um desajuste dos sistemas e durante a recuperação, por meio da reação do organismo, ocorre a adaptação e supercompensação. Essa recuperação demanda um tempo de repouso, ou diminuição da carga, para produzir todos os efeitos regenerativos e supercompensatórios. Essa relação temporal entre a aplicação da carga e a recuperação denomina-se densidade. A correta utilização dessa relação determina a eficácia do treinamento.

Especificidade: outra regra bastante clara: se aplicarmos cargas de resistência, o atleta melhora a resistência. Neste caso, considerando as características próprias do esporte trabalhado, o planejamento deve conter elementos específicos (objetivos, métodos, meios, etc) para desenvolvimento das capacidades deste esporte;

Reversibilidade: a interrupção do processo de treinamento provoca reversão dos efeitos obtidos ao longo do tempo. Essa perda apresenta um ritmo mais rápido para os treinamentos baseados em resistência e resistência de força, e mais lento para os treinamentos baseados em força explosiva e força máxima.

A orientação do planejamento do treinamento por estes princípios nos leva a estabelecer uma aproximação enorme do treinamento chamado científico e nos afasta, por outro lado, do empirismo que muitas vezes põe em risco a saúde de indivíduos sãos.

Por Ricardo D´Angelo (Consultor Webrun da seção Alta Performance. Doutorando em Biodinâmica do Movimento e Esporte pela UNICAMP e Mestre em Ciências da Motricidade pela UNESP)

sábado, 12 de março de 2011

Introdução ao estudo do Treinamento Desportivo das Valências Físicas, Princípios do Treinamento e Estruturação do Treinamento

Olá pessoal,

Façam aqui seus comentários sobre a palestra Introdução ao estudo do Treinamento Desportivo das Valencias Físicas, Princípios do Treinamento e Estruturação do Treinamento.

Bom comentário.

Sejam todos bem vindos!!!

Olá pessoal,

Sejam todos bem vindos a este blog, que tem a intenção de reunir comentários dos alunos da disciplina de Educação Física sobre assuntos relacionados a saúde e atividades físicas, bem como assuntos relacionados aos diversos esportes.
Façam bom uso.

Obrigado!!!